Coisas de tontos

Existem várias coisas tontas e menos tontas sobre as quais podemos falar. Aqui vamos falar de muitas. Todos os temas e assuntos são dignos de serem apresentados. Queremos ser um Blog generalista com um pouco de tudo, desde piadas a assuntos financeiros.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Refeições rápidas e saudáveis no Micro-ondas - Frango com pimentos

E que tal uma refeição com peito de frango que requer pouco tempo de preparação e menos de 15 minutos para ficar pronta a ingerir?

INGREDIENTES:

  • 1 peito de frango, cortado em tiras finas.
  • 1 pimentão verde, cortado em tiras.
  • 1 pimentão vermelho, cortado em tiras.
  • 1 dente de alho, picado.
  • Especiarias, a gosto.

INSTRUÇÕES: 

  1. Comece por cortar o pimentão verde e vermelho em tiras e deite-os num prato resistente ao micro-ondas. Adicione também o alho picado.
  2. Corte um peito de frango em tiras longas e condimente bem, a gosto (com pimenta-do-reino, colorau, sumo de limão, etc).
  3. Cubra o recipiente e coloque-o no micro-ondas durante 10 minutos, no máximo.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Refeições rápidas e saudáveis no Micro-ondas - Ovo escalfado

Aqui tem mais uma receita rápida com ovos, na qual recorremos ao micro-ondas para nos facilitar a vida. Se gosta de ovos escalfados e tem uma vida apressada, então deve experimentar esta receita.

INGREDIENTES:

  • 1 ovo
  • 1 pitada de sal
  • 1/2 colher de chá de vinagre de cidra

INSTRUÇÕES:

  1. Comece por encher uma tigela com água quente da torneira.
  2. Adicione e misture o sal e o vinagre na água.
  3. Parta um ovo em cima da tigela, em frente ao micro-ondas.
  4. Coloque a tigela no micro-ondas, no máximo, durante 2,5-3 minutos.
  5. Sirva imediatamente.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Refeições rápidas e saudáveis no Micro-ondas - Salmão assado


SALMÃO NO MICRO-ONDASSalmão no micro-ondas

O micro-ondas também nos permite obter um excelente prato de salmão picante em muito pouco tempo e nem sequer precisa de ser muito habilidoso para o conseguir. Basta ter alguns ingredientes à mão e alguns minutos disponíveis.

INGREDIENTES:

  • 1 filé de salmão.
  • Sal e pimenta-do-reino, a gosto.
  • 1 colher de sopa de maionese light.
  • 1-2 colheres de sopa de molho de tomate.
  • 2-3 fatias de limão.
  • 1 colher de sopa de salsa picada.

INSTRUÇÕES:

  1. Passe o filé de salmão por água fria e escorra.
  2. Coloque a parte do salmão com a pele num recipiente adequado para o micro-ondas.
  3. Condimente o salmão com sal e pimenta. Reserve.
  4. Numa tigela pequena, combine a maionese light e o molho de tomate.
  5. Aplique a misture por cima do filé de salmão. Adicione também as fatias de limão e a salsa.
  6. Cubra o recipiente com filme plástico resistente ao micro-ondas.
  7. Cozinhe o filé no micro-ondas, no máximo, durante 3-5 minutos.
  8. Com um garfo, fure o centro do filé para verificar se está pronto. Caso não esteja, cozinhe durante mais 30-45 segundos.
  9. Retire o filé do micro-ondas, deixe arrefecer um pouco e saboreie.

Refeições rápidas e saudáveis no Micro-ondas - Ovo mexidos

Aqui tem mais uma excelente receita rápida, à base de ovos. Caso não saiba, o ovo é um dos alimentos mais nutritivos do planeta e irá proporcionar-lhe uma refeição bastante completa.
Caso queira comer estes ovos mexidos com algum tipo de acompanhamento, pode incluir algumas bolachas de arroz, bolachas de milho, ou até mesmo algumas fatias de pão.

INGREDIENTES:

  • 2 ovos.
  • 2 colheres de sopa de leite magro.
  • 1 pitada de sal.
  • 1 pitada de pimenta moída.

INSTRUÇÕES:

  1. Aplique um pouco de azeite num recipiente adequado para o micro-ondas.
  2. Nesse recipiente misture os ovos, o sal e a pimenta.
  3. Cubra com filme plástico e deixe apenas pequenos espaços ou furos para deixar sair o vapor.
  4. Coloque no micro-ondas em Médio-Alto (70% de potência) durante 1 minuto e 30 segundos a 1 minuto e 45 minutos, parando várias vezes para mexer enquanto cozinha.
  5. Cubra e deixe arrefecer durante cerca de 1 minuto antes de servir.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Refeições rápidas e saudáveis no Micro-ondas - Ovo com Abacate

Se anda sempre com pressa, vai gostar de ficar a conhecer esta receita que só requer poucos ingredientes e alguns minutos de preparação.
Esta receita pede cebola picada, mas pode perfeitamente usar ervas frescas ou quaisquer outros tipos de condimentos.

INGREDIENTES:

  • 1 abacate maduro.
  • 2 ovos frescos.
  • 1 pitada de pimento.
  • 1 colher de sopa de cebolinha picada.

INSTRUÇÕES:

  1. Corte os abacates a meio e retire o caroço. Retire uma pequena quantidade de carne do abacate, apenas o suficiente para caber um ovo no centro de cada metade.
  2. Coloque as metades de abacate num prato pequeno ou tigela pequena, que seja resistente ao micro-ondas. Dê o seu melhor para que fique o abacate fique bem fixo e acomodado.
  3. Parta um ovo em cada metade de abacate. Dê o seu melhor para que a gema caia primeiro e depois deixe a clara espalhar-se para assim cobrir o resto do abacate.
  4. Coloque no micro-ondas, ao máximo, durante cerca de 2 minutos. O tempo necessário irá depender do tamanho do abacate e dos ovos. Assegure-se de que as claras de ovo ficam bem cozinhadas.
  5. Retire as metades do micro-ondas, depois adicione a pimenta, a cebolinha e/ou outros condimentos da sua preferência.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Halloween - O dia das bruxas


O Halloween é uma importação Americana e que antigamente estava Ligada a comemoração do dia dos Finados ou dia de todos os santos. A sua noite anterior era conhecida como a noite dos mortos.  

Mas na verdade é ainda mais antigo e já existia na Europa há 2000 anos!


As casas ficam assombradas, os fantasmas ganham vida, as bruxas saem à rua e os vampiros saltam do caixão. Tudo se junta naquela que é a noite mais assustadora do ano. Ou isto ou comem-se guloseimas, pregam-se partidas e contam-se histórias de terror. Mais Halloween e menos pão por Deus, num fenómeno a que chamam de "aculturação".  


No universo das histórias de terror, é na noite desta sexta-feira que tudo ganha forma e volta à ação. Naquela que é considerada, nos Estados Unidos, a segunda comemoração com mais adesão, a seguir ao Natal, o Halloween conquista cada vez mais território e mais participantes. A tradição já não é, definitivamente, o que era. Em Portugal, e principalmente nas grandes cidades, o pão por Deus foi substituído pela típica questão americana: "doçura ou travessura?".
Mas vamos recuar no tempo. A história desta noite especial, muito antes de pertencer aos vampiros e às bruxas, teve origem celta, há dois mil anos. De 30 de outubro a 2 de novembro, os povos celtas comemoravam o fim do verão numa celebração chamada Stamhain, cujo significado é literalmente 'fim do verão'. 

A origem pagã do "dia das bruxas" tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos e à deusa YuuByeol (símbolo antigo da perfeição celta). A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhan eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de outono e o solstício de inverno, no hemisfério norte). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam ao ano novo celta. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para os cristãos seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. As festas eram presididas pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

O primeiro registro do termo "Halloween" é de cerca de 1745. Derivou da contracção do termo escocês "Allhallow-eve" (véspera do Dia de Todos os Santos) que era a noite das bruxas.  No Cristianismo existe o costume de celebração das chamadas Vésperas.No último serviço religioso do dia,depois do anoitecer,se celebra o dia que está por vir.Na Antiga Religião celta existia o Samhain,a Festa dos Mortos(no Cristianismo é celebrado dia 2 de novembro).Com a Cristianização das Ilhas Britânicas,de maioria Celta,houve uma mistura dos costumes das 2 religiões.
Reza a lenda que na noite do dia 30 de outubro os mortos voltavam a povoar a terra e personificavam a figura do fantasma. O objetivo era que os familiares dos mortos deixassem à porta de casa comida e bebida para a receção dos espíritos. Numa noite em que os que se atreviam só saiam de casa se estivessem mascarados de fantasma para conseguir passar despercebido entre eles.

Mais tarde, a Igreja Católica substituiu o Stamhain pelo Dia de Todos os Santos, 1 de novembro. E a noite de dia 31 tornou-se no "All Hallows Eve", ou seja, noite de todos os santos. "É uma tradição que viajou do norte da Europa para a América. A Europa tem a base cultural, as tradições, os espíritos, toda a cultura celta", diz ao Expresso o padre António Fontes.
Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III († 741) mudou a data para 1 de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e "All Hallow Een" até chegar à palavra atual "Halloween".Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: Hallow Evening Hallowe'en Halloween. Rapidamente se conclui que o termo Dia das bruxas não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.

Por ser uma comemoração pagã, a relação entre o dia das bruxas e a Igreja Católica foi sempre adversa. Segundo António Fontes, "a igreja não vê com bons olhos porque não entende o espírito cultural, histórico e antropológico desta tradição. Precisa de conhecer as tradições para poder entendê-las melhor".
Outra hipótese é que a Igreja Católica ao eliminar o dia de Martinho Lutero, que foi o fundador da igreja protestante, disse que a salvação é pela graça e não pela obra (indulgencias). Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como Day of Martin Luther.

Essa designação se perpetuou e a comemoração do Halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica

Acabou a lição de História, vamos regressar aos dias de hoje. Em Portugal o dia das bruxas vai tendo cada vez mais participantes, mas segundo afirma Nuno Santos, proprietário da Casa do Carnaval, em Lisboa, "o Halloween não é uma novidade tão recente como se julga, mas tem vindo a ser implementado cada vez mais pelo comércio noturno."
Jean-Martin Rabot, docente de Sociologia da Universidade do Minho, considera que a apropriação do Halloween é um resultado da globalização que o mundo tem vindo a registar. "Há uma adaptação constante e uma apropriação de elementos culturais alheios à nossa própria tradição. Num mundo globalizado as fronteiras diluem-se, as identidades tornam-se móveis e os povos adaptam-se facilmente aos costumes dos outros povos", afirma.
Só nos Estados Unidos, estima-se que todos os anos sejam gastos 6000 milhões de dólares (cerca de 4000 milhões de euros) em máscaras, doces e em enfeites temáticos. Mas se hoje em dia o Halloween excedeu a tradição e se transformou num negócio impulsionado pelo comércio internacional, Rabot refere que "não há contradição entre a comercialização e a tradição, as tradições sempre evoluíram ao longo do tempo, e sempre assimilaram elementos alheios".
De acordo com o que o Expresso conseguiu apurar junto das redes sociais, o Halloween perde em participantes por não ser um produto nacional. "É uma festividade interessante que acabou por ser bem absorvida por ter uma imagética muito apelativa do imaginário fantástico e pagão da própria cultura de massas, mas é uma pena que tenha abafado a tradição do pão por Deus", afirma Paulo Neves, 23 anos, estudante de mestrado de Antropologia.
O que é bom é português?
Mas se como se diz o que é bom é português, muitas são as terras que se esforçam para manter a cultura nacional e adaptá-la aos tempos modernos. Em Vilar de Perdizes, distrito de Montalegre, comemora-se a noite dos fachos, "em que os rapazes roubam palha às pessoas e vão para o alto dos montes gritar para espantar os espíritos, as bruxas e os demónios", afirma o padre António Fontes.
O sociólogo Jean Rabot defende que "cada país adapta a festa à sua maneira" e que, a incorporação de fenómenos internacionais em nada excluem o que é nacional, "a globalização contribuiu para o renascer das tradições locais, até porque se tornam conhecidas pelo resto do mundo".
Por isso, esta noite mascare-se, saia à rua, pregue partidas e implore por guloseimas. Se faz sentido? Não interessa. Como lembra Robot, "também existe o Macdonalds e a Coca-Cola, a pureza cultural nunca existiu, as culturas são o resultado da confluência de vários povos, várias tradições, línguas e crenças religiosas"

Pelo sim pelo não... Tenha Medo, muito medo.... hahahahah

Lobisomen ou Licantropos

Lobisomem ou licantropo (do grego λυκάνθρωπος: λύκος, lykos, "lobo" e άνθρωπος, anthrōpos, "homem"), é um ser lendário, com origem na mitologia grega, segundo as quais, um homem pode se transformar em lobo ou em algo semelhante a um lobo em noites de lua cheia, só voltando à forma humana ao amanhecer.

Tais lendas são muito antigas e encontram a sua raiz na mitologia grega. Segundo As Metamorfoses de Ovídio, Licaão, o rei da Arcádia, serviu a carne de Árcade a Zeus e este, como castigo, transformou-o em lobo .Uma das personagens mais famosas foi o pugilista arcádio Damarco Parrásio, herói olímpico que assumiu a forma de lobo nove anos após um sacrifício a Zeus Liceu, lenda atestada pelo geógrafo Pausânias.

Nos seus estudos sobre mitologia popular, o escritor e etnógrafo português Alexandre Parafita reconhece que, embora a designação sugira tratar-se de um ser híbrido de homem e lobo, muitas das crenças sobre esta criatura identificam-na na figura tanto de lobo, como cavalo, burro ou bode, consistindo o seu fadário em ir despir-se à meia-noite numa encruzilhada, espojando-se no chão, onde um animal já antes fizera o mesmo, após o que se transforma nesse animal para ir “correr fado”.

A representação na figura híbrida de homem e lobo não é alheia ao desassossego que este animal provoca, desde tempos imemoriais, no inconsciente colectivo. Escreve este autor: “As comunidades rurais transmontanas ainda hoje o encaram como um animal cruel, implacável com os seres mais indefesos, inimigo de pastores, dos caminhantes da noite e pesadelo permanente das crianças que habitam nas aldeias mais isoladas. Não se estranha, por isso, que no fabulário popular o lobo apareça como símbolo do mal e que o conceito de lobisomem, enquanto produto da fantasia popular, possa ser considerado como uma tentativa de apresentar uma criatura onde se conjuga a ferocidade maléfica do lobo com as emoções, ora angustiosas, ora igualmente maléficas, do homem”.